quinta-feira, 30 de julho de 2015

Homenagem ao Saolourenciano Ausente acontecerá no Fórum


A solenidade de homenagem ao Sãolourenciano Ausente, desse ano, acontecerá no Fórum da Comarca, no sábado (1°), às 17h. O homenageado será o advogado Carlos Cosenza Arruda. Na mesma solenidade, será entregue, especialmente, a Comenda Ambiental Estância Hidromineral de São Lourenço à escritora Nélida Pinõn, acadêmica e ex-presidente da Academia Brasileira de Letras.
O diploma “Sãolourenciano Ausente” é uma homenagem aos “sãolourencianos de expressão”, pessoas naturais do município de São Lourenço, que se destacam em outras partes do País. Ela acontece anualmente, no período da Festa de Agosto, e, nesse 6ª edição, será concedida ao advogado Carlos Cosenza Arruda. Ele nasceu em 1953 e formou-se em Direito em 1980, pela Universidade Federal de Minas Gerais. Foi assessor jurídico no Tribunal Regional do Trabalho, na Empresa de Informática e Informação de Belo Horizonte, na Procuradoria Geral do Município de Belo Horizonte e do Município de Pouso Alto. Prestou assessoria jurídica ao Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações e dos Metalúrgicos. Foi Procurador Geral do Município de São Lourenço e Delegado Regional do Ministério do Trabalho em Minas Gerais. Atualmente, é Gerente Jurídico da Companhia de Habitação do Estado de Minas Gerais.
Nélida Piñon em São Lourenço

Nesse ano, será entregue, especialmente, a “Comenda das Águas” à escritora Nélida Piñon, que foi convidada para receber a honraria no início do ano, mas não pode estar presente na solenidade de entrega, no dia 23 de março, por ocasião das comemorações do Dia Mundial da Água (22 de março).

Nélida Pinõn é frequentadora de São Lourenço e já demonstrou seu carinho pela cidade em várias oportunidades, dando destaque nacional à estância hidromineral mineira. De família originária da Galícia, Espanha, ela nasceu em 1937, no Rio de Janeiro. Formou-se em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica. Em 1970, inaugurou a cadeira de Criação Literária da Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Estreou na literatura em 1961, quando publicou “Guia Mapa de Gabriel Arcanjo”. Sua obra de romancista, contista e ensaísta foi traduzida para vários países e ganhou vários prêmios. Em 1989, foi eleita para a cadeira de número 30 da Academia Brasileira de Letras, na vaga deixada por Aurélio Buarque de Holanda. Entre 1990 e 2003, foi titular da cátedra Henry King Stanford em Humanidades, na Universidade de Miami, da qual se afastou temporariamente para assumir a presidência da Academia Brasileira de Letras, tendo sido a primeira mulher a ocupar tal posto, o que se deu nos anos 1996-1997.

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