segunda-feira, 20 de julho de 2015

Com a palavra o Sindijori

SINDIJORI
Sindicato dos Proprietários de Jornais, Revistas e Similares do Estado de Minas Gerais
Filiado a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais-Fiemg



Rede Sindijori de Comunicação

Mensalão
Quase dez anos após o escândalo vir à tona, o ex-senador Clésio Andrade (PMDB-MG) foi interrogado pela juíza da 9a. Vara Criminal de Belo Horizonte sobre seu envolvimento no escândalo de desvio de recursos públicos para a campanha à reeleição do então governador Eduardo Azeredo (PSDB), em 1998, que ficou conhecido como mensalão mineiro, ou mensalão tucano. Na época Clésio Andrade era candidato a vice na chapa de Azeredo, que é acusado de ter desviado dinheiro das estatais mineiras por meio das empresas de Marcos Valério Fernandes de Souza, esquema que ficou conhecido como "valerioduto" e que também abasteceu o mensalão do PT. O peemedebista também já foi vice-governador no primeiro mandato de Aécio Neves como governador de Minas de 2003 a 2006. Atualmente, tramitam no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) três ações penais referentes ao escândalo tucano, revelado em 2005 junto com as investigações do esquema do PT e que, diferente do mensalão petista, ainda não teve nenhum condenado. Réu em um dos processo acusado de peculato e lavagem de dinheiro, Clésio Andrade renunciou ao mandato de senador no ano passado e evitou ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal,assim como fez o ex-deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG), réu em outra ação do caso e que está aguardando sentença. Com isso, a Corte entendeu que as ações contra o ex-senador e o ex-deputado deveriam voltar para a primeira instância e nenhum dos réus do mensalão mineiro foi julgado pelo Supremo. A demora no julgamento do caso levou dois réus, o ex-ministro Walfrido dos Mares Guia e Cláudio Mourão, a serem excluídos da ação porque completaram 70 anos e os crimes pelos quais eram acusados prescreveram.
(Jornal Diário do Comércio - Belo Horizonte/MG)

Salário de R$ 25 mil
Réu do mensalão mineiro é contratado por R$ 25 mil. - Um ano e três meses após renunciar ao cargo de deputado federal, o ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo (PSDB), réu no processo do mensalão mineiro, está de emprego novo. O ex-parlamentar, de 66 anos, trabalha agora na Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). O ex-governador foi contratado como diretor executivo para as áreas internacional e de ciência tecnologia e inovação da entidade de classe. O salário de R$ 25 mil mensais, conforme informado pela federação. A renúncia de Azeredo ao mandato parlamentar aconteceu em 19 de fevereiro de 2014, 12 dias depois de o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pedir ao Supremo Tribunal Federal a condenação do ex-governador a 22 anos de cadeia por peculato e lavagem de dinheiro ao desviar recursos de empresas estatais para a campanha por sua reeleição ao Palácio da Liberdade em 1998. Com a renúncia o processo de Azeredo retornou à primeira instância, tramitando hoje na 9a. Vara Criminal da capital. Na entidade, o tucano irá participar de encontros com empresários de outros países. Ele é formado em engenharia mecânica com pós-graduação em engenharia econômica. O ex-governador não quis falar sobre o novo emprego. Segundo sua assessoria de imprensa, a contratação pela federação ocorreu porque a entidade tem conhecimento da experiência de Azeredo nas áreas em que passou a atuar na federação. O ex-governador não quis falar sobre o novo emprego.
(Jornal O Estadão - São Paulo/SP)

Este é o nosso país ?
A violência urbana cresce desenfreadamente todos os dias.
Mas vou me ater agora somente à violência crescente cometida por menores, vou lembrar-me do fato amplamente noticiado na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. Neste cartão postal a violência cometidas pelos DIMENOR está crescendo assustadoramente, quando foi morto a facadas mais um cidadão. O DIMENOR ( a palavra não existe, é uso coloquial) têm atacado a facadas, para roubar, muitas vezes uma pequena ninharia. Mas eles sabem da impunidade e do seu acobertamento pelas leis caducas deste país. Matam, esfaqueiam, traficam, assaltam à mão armada,estupram e quando é pegos a pena é de 3 anos de reclusão e pasmem muitos deles aos seus 16 anos, já matou muitas pessoas, tem uma longa ficha criminal. E o pior da lei paternalista está ainda por vir. Mesmo com uma extensa lista quando completam a maioridade eles têm sua ficha criminal apagada. Por fatos assim sou a favor da diminuição da maioridade criminal para 14 anos e não 16 como querem os deputados. Para mim nos dias atuais uma pessoa que já cometeu o mesmo delito repetidas vezes tem de ser punido. Claro que temos de pesar que as instituições para abrigar os menores são muito ruins, porém este é um caso político brasileiro, não somos nós cidadãos, que temos responsabilidade sobre os abrigos. Pelo contrário, todos os dias depositamos na conta do governo, os nossos impostos para cuidar da nossa segurança, da nossa saúde, da educação, etc, etc. Se eles políticos. mandatários pegam quase tudo e desviam, roubam para o enriquecimento ilícito, ou para os famigerados caixa 2, nos deixando à mercê da impunidade total, temos de fazer uma ampla reflexão do nosso sistema atual, dos políticos que nos governam. Sim estamos mesmo à mercê da bandidagem total, por mais atos de ataques de DIMENOR não são noticiados porque o espaço do noticiário é preenchido pelos bandidos maiores, que são em sua maioria eles, políticos envolvidos em casos de corrupção. E no Brasil a coisa está mesmo feia, pois quem lidera o ranking da corrupção é o chamado partido dos trabalhadores, o PT e seus aliados, é claro.
(Inez Valadares - Jr. Diário Boca do Povo - Sete Lagoas/MG)

Publicidade legal
(Editais, Avisos, Atas, Relatórios e Balanços) - Classificado não é jornal
Em Patos de Minas alguns ainda insistem em fazer publicações legais, as que a legislação exige que o comunicado deve ser feito em JORNAL LOCAL ONDE HOUVER, em jornais de Classificados. Se assim o pudesse ser feito, o legislador não teria sido claro, em dizer JORNAL LOCAL; pois a publicação em classificado só alcança aquele público/leitor específico, e não toda a comunidade, que é o fim último da publicação legal em JORNAL. Sabemos que, mesmo tendo sido registrado como empresa jornalística, os Classificados sem conteúdo noticioso, assinaturas, não alcançam a comunidade com um todo; sendo distribuídos e lidos em sua totalidade por um público específico, que é aquele que compra e vende. Se o legislador não tivesse expressamente colocado na lei em JORNAL LOCAL ONDE HOUVER, era só publicar nos Jornais da Igreja, Sindicatos, Associações de Bairros, etc, que apesar de alcançar um público específico como os Classificados, também não são jornais no expressar da lei. (Veja Decreto número 83.284/79). Tais publicações são de nulidade absoluta.
Publicidade legal é coisa séria. Para nós continuarmos a publicar editais de órgãos do Governo Federal tivemos que provar que circulamos, enviar a lista de assinantes de Patos de Minas e de outras cidades da região; demonstrando que o Jornal Folha Patense realmente circula, e tem leitores. Nulidades nas Publicações de Editais : Publicação em jornal local - Jurisprudências:A citação por edital só é válida se forem cumpridas todas as formalidades legais, sendo indispensável a publicação do edital em jornal local, na forma do art. 232 - III do CPC. É nulo o edital que não contém o prazo de 20 a 60 dias previsto no inciso IV, do art. 232 do CPC, da data da primeira publicação para a oposição de embargos. - Para que o prazo de oferecimento de embargos comece a fluir devem restar demonstradas as três publicações do edital de intimação, a teor do inciso III, do art. 232 do CPC. - O Sindijori assina em baixo.
(Jornal Folha Patense - Patos de Minas/MG)

Fábrica de criminosos
Seria um absurdo dizer que o Brasil é uma verdadeira fábrica de criminosos? Atualmente são 2791 brasileiros presos no exterior. Eles se encontram na Europa, Ásia, Japão, África, Oriente Médio, Oceania, Américas do Sul, do Norte e Central. Portanto, é uma pandemia, uma doença social, que se inicia no Brasil e se alastra por todo o planeta. Alguns brasileiros começam no crime roubando dentro de casa na infâncias. Enquanto alguns pais reprimem, outros ignoram: "Nosso filho não é ladrão! Ele apenas usou meu cartão de crédito sem pedir...". Quando vão para escola, roubam borrachas, lapiseiras e apontadores. Alguns são reprimidos pelos diretores, enquanto outros não: "É só uma lapiseira, gente! A gente vai chamar a polícia por isso? ...". Assim, no final, temos estelionatários e ladrões atuando no Brasil. Então quando vão para o exterior, pensam que podem agir da mesma forma como antes. No entanto, mamãe e papai não podem mais dar desculpas... O crime brasileiro é realmente uma pandemia, uma praga social, que se alastra por todos os cantos. Sua prevenção deveria começar na família, ser reforçado nas escolas e sociedade. Assim, o Brasil deixaria de exportar criminosos para comercializar soja, açúcar ou café. Afinal, nenhum país precisa de criminosos brasileiros criadores de problemas sociais.

(Jornal Diário de Contagem - Contagem/MG) 

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