segunda-feira, 14 de julho de 2014

Nota Zero



* Para algumas pessoas que a noite vão para a igreja e oram fervorosamente, mas durante o dia tomam conta da vida dos outros e se dedicam exclusivamente a falar mal da vida alheia. São pessoas que oram sem fé, rezam sem amor e jamais saberão o verdadeiro significado da mensagem maior do mestre Jesus: " Amai o teu próximo como a ti mesmo". Essas pessoas são dignas de pena, já que se acham com direito de falar dos outros às escondidas como cobras sorrateiras prontas a dar o bote certeiro e peçonhento. Nota zero ao cubo.

A LÍNGUA DA FOFOQUEIRA

A língua tem a função de nos propiciar: o prazer do paladar, quando saboreamos os degustes, de ser um órgão ventricular, que serve para pronunciarmos, através da oralidade, às palavras, pois é ela que faz o norteamento do som que vem das cordas vocais, além de outros atributos.
No entanto, a língua foi e tem sido um órgão muito usado pelas pessoas, para se comunicarem com as outras, podendo, desta forma, ser usada tanto para o bem quanto para mau, dependendo de quem a está usando.

É comum, vermos pessoas se apropriando deste órgão, tão importante em nossas vidas, para praticarem o mau! São pessoas que procuram se alimentarem desse subterfúgio, como forma de se “engrandecerem”, tentando se firmarem perante outras pessoas, caluniando aos que não se aconluiam com elas.

Num poema de Cordel, escrito por Jandhuir Dantas, denominado ”O Enterro da Beata Fofoqueira” ele conta uma história de uma Senhora que, apesar de só viver na Igreja, busca o seu “alimento” diário, falando e olhando à vida dos outros!

Em uma alusão ao tema, Jandhuir  Dantas, narra, que quando a Senhora faleceu, no meio do enterro “A língua da velha começou a sair do caixão”, sendo necessário, para prosseguir seu enterro, cortar a parte que estava fora, para colocar em outro caixão, dando assim, prosseguimento ao sepultamento!

Bom, é uma historia engraçada, porém, com um fundo de verdade!

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