quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Vítima de estelionato em São Lourenço ainda espera receber prêmio inexistente

Normalmente os golpes por telefone são aplicados por presidiários

Na tarde dessa quarta-feira, a Polícia Militar compareceu à Av. Dom Pedro II, Centro, onde registrou uma ocorrência de estelionato.
Uma agricultora de 22 anos, relatou que recebeu uma ligação telefônica em que a pessoa se identificou como funcionário da empresa de telefonia Vivo.
A vítima disse que a pessoa pediu para ela efetuar três depósitos bancários, sendo um no valor de R$ 700,00, outro de R$ 800,00 e o último no valor de R$ 380,00, pois ela tinho sido sorteada e iria receber um prêmio de R$ 65.000,00.
A jovem disse que fez os depósitos em uma conta da Caixa Econômica Federal e ainda realizou recargas telefônicas em três números de celulares repassados pelo autor no valor de R$ 30,00.
A vítima disse que até o momento não recebeu o prêmio prometido.


 Ainda existem outros golpes aplicados por marginais por telefone

Outros golpes comuns são os anúncios de consórcios sorteados, com cotas contempladas, bilhetes premiados, multas de trânsito, sequestros virtuais, cartões premiados etc.

Os golpes mais comuns aplicados por estelionatários 




- Falso mecânico - O primeiro passo dos vigaristas é criar um problema no carro da vítima. Alguns colocam um saco de estopa no escapamento do veículo. Um deles se aproxima e avisa que há um problema. Surge um mecânico, na realidade o parceiro do estelionatário, que finge resolver o problema e cobra um alto preço pelo "serviço". 

- Batida na garagem - Tarde da noite o porteiro comunica-se com um determinado apartamento e diz que um vizinho bateu na traseira do seu carro durante uma manobra. Diz que ele quer acertar logo os detalhes do conserto. Ao descer, o morador chamado é rendido e levado de volta para o seu apartamento para ser roubado

- Boa aparência - Com carros vistosos e caros, as quadrilhas imitam o padrão de vida dos moradores dos condomínios. Entram tranqüilamente pela portaria ou garagem, burlando porteiros, que, inibidos com a aparência dos invasores, não pedem identificação.

- Boa noite Cinderela - Costuma acontecer em bares e discotecas. O malandro(a) seduz a vítima e vai até sua casa ou a um motel. Oferece um drinque com sonífero. Quando a vítima dorme, rouba o que estiver ao alcance. 

- Consórcio sorteado - Os estelionatários anunciam nos jornais a venda de consórcios sorteados. Pedem documentos pessoais e cobram taxa antecipada. O veículo jamais é entregue. 

- Conto da pechincha - O malandro oferece à vítima, na rua, um equipamento eletrônico pela metade do preço. Pega o dinheiro e foge. Deixa a pessoa esperando ou entrega uma caixa com tijolos. 

- Conto da aliança - A vítima encontra uma aliança no chão. O vigarista se aproxima e conta que achou a outra do par, oferecendo-a por um preço vantajoso. Na realidade são bijuterias baratas.

- Corretor de imóveis - Este golpe geralmente é aplicado quando a quadrilha já obteve informações sobre o condomínio que pretende assaltar. Um dos integrantes se faz passar por corretor e pede ao porteiro a chave de um apartamento que esteja à venda, dando, inclusive, detalhes da imobiliária e do imóvel. Uma vez dentro do condomínio chama o resto do bando e rende os moradores;

- Estranha inundação - Começa a entrar água por baixo da porta do seu apartamento. Ao espiar pelo olho mágico, á única coisa que você vê é a funcionária da limpeza do prédio lavando o hall de seu andar. Ao abrir a porta, um dos integrantes da quadrilha aparece de surpresa.

- Falsa doméstica - Falsas empregadas pedem baixos salários e dão a impressão de terem vários atrativos adicionais. Não costumam fornecer referências. As que integram quadrilhas esperam a primeira viagem da família para entregar a chave ao bando;

- Falso bilhete premiado - Um dos mais antigos. O vigarista se faz passar por desinformado, que não sabe como trocar o prêmio de loteria ou que perdeu os documentos pessoais e não pode sacar o prêmio. Vende o bilhete geralmente a mulheres idosas ou promete recompensa por valores adiantados.

- Falso sequestro - Pessoas com habilidade verbal simulam haver sequestrado uma pessoa importante da família. Muitas vezes as pessoas repassam informações importantes durante o diálogo pelo fato de ficarem nervosas. Exigem o depósito de somas em dinheiro em contas bancárias que logo são encerradas.

- Falso vendedor de passagens - Vestido como os funcionários das empresas rodoviárias, o golpista oferece passagens falsas com desconto, principalmente em feriados, quando elas se esgotam rapidamente. 

- Golpe da achadinha - Geralmente aplicado por mulheres ou pessoas mais velhas. O golpista deixa sua carteira cair, geralmente próximo de uma vítima escolhida. A pessoa tenta devolver a carteira e lhe é prometido um presente ou prêmio em dinheiro. Quando a pessoa percebe, seus pertences de valor foram todos surrupiados.

- Golpe da sujeira - O estelionatário suja o ombro do paletó de um executivo sem que ele perceba. Um comparsa aborda a vítima, oferecendo -se para tirar a mancha. Na primeira oportunidade, rouba a carteira ou a pasta.

- Golpe do telefone - O golpista liga para a vítima dizendo ser funcionário do banco. Como ele já possui algumas informações sobre a pessoa, tais como número da agência e data de aniversário, fica fácil convencê -la a digitar no telefone a senha do cartão magnético. Em seguida, usa essas informações para sacar seu dinheiro da conta. 

- Golpe do veículo clonado - anúncios em jornais oferecem veículos com valores muito abaixo da tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). Sempre são exigidos depósitos antecipados em dinheiro, por pessoas de boa capacidade de convencimento. Acontecem casos em que veículos são entregues e só depois a pessoa descobre que o mesmo possui diversas irregularidades (veículo clonado, motor produto de furto/roubo, dentre outros). Em outros casos o veículo nem é entregue.



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